segunda-feira, 6 de junho de 2016

Vivó Bairro

Musica, espetáculos, teatro, exposições, instalações artísticas, cinema, arte pública, histórias, partilha de saberes e tantas atividades que encheram este fim de semana em que a comunidade Aveirense se juntou numa participação única :) . Andei por lá a participar numa intervenção com os ASK e no Domingo fui usufruir e desenhar!

"Vivó Bairro! O conceito de Bairro Histórico de Aveiro é um desafio da Associação A CORDA para mobilizar a comunidade que habita, trabalha, usa e acarinha a zona histórica da cidade para contribuir para a sua revitalização funcional.
A noção de bairro é aqui usada com dois sentidos:
Bairro enquanto unidade de vizinhança, espaço de encontro e proximidade entre os membros da comunidade (a noção de bairro implica que a residência seja a função dominante);
Bairro enquanto sinal de bairrismo, de apego ao bairro, aos valores identitários aveirenses (que não são imutáveis, que também se constroem).
Queremos celebrar Aveiro e abrir um espaço privilegiado para se mostrar o que se pode inventar na cidade e da cidade para o mundo, promovendo novas experiências, divulgando o que de melhor se faz na região, projectando o bairro como laboratório de ideias onde a comunidade possa participar e intervir."


Várias instalações e intervenções no mobiliário urbano animaram as ruas do bairro, os ASK tb iniciaram um projeto nas caixas de eletricidade que não vai ficar por aqui...

Cinco professores de vários conservatórios de musica juntaram-se neste grupo fantástico, foi lindíssimo ouvi-los e desenhar ao som das peças que interpretaram.
- Rui Gama do Conservatório de musica do Porto, Paulo Pires de Braga, Paulo Amorim de Aveiro, André Madeira de Coimbra e Júlio Guerreiro de Lisboa -


A praça encheu-se para várias atividades uma delas foi a passagem de modelos inclusiva.

Várias escolas participaram em várias atividades artísticas e uma delas foi esta recriação das portas da cidade, com azulejos feitos de desenhos e pinturas pelas crianças. A livraria Gigões e Anantes tinha uma demonstração e exposição de instrumentos musicais diferentes e muito interessantes.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Encontro de desenho ASK em Lamego

Segundo encontro em Lamego organizado pela nossa anfitriã Alice. Conhecemos mais um bocadinho, mas fica sempre tanto por ver para dar espaço a mais encontros :D
Mais imagens do encontro AQUI


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Isto é insuportável!

No passado dia 14 fui ver uma peça de teatro intitulada "Isto é insurportável", interpretada pelos alunos da Start-Teatro. O tema resultou de uma mostra de trabalhos criados pelos alunos, a partir de textos de improvisação, ao longo das aulas, pelas 3 turmas de jovens.

"Sinopse:
No dia-a-dia, todos somos confrontados com situações de injustiça, de tensão, momentos irritantes, pessoas desconcertantes. Olhamos à volta e não gostamos. Será que é impressão ou anda tudo louco?
É a loucura dos telemóveis, a correria desenfreada das pessoas, a indiferença pelo outro, a falta de futuro para os jovens, a apatia geral...!
E continuam a perguntar... o que queres ser quando fores grande?
Mas vamos andando, mesmo sentindo que..."ISTO É INSUPORTÁVEL!"."


 

 
 
 


domingo, 22 de maio de 2016

Viagem ao Japão

Ontem foi noite de Tertúlia de Viagens organizada pelos Trilhos da Terra, em Aveiro. Desta vez, viajamos até ao Japão através das fotografias e das histórias do Paulo Azevedo e da Sofia Andrade que andam sempre com o pé na estrada prontos para explorar lugares novos. Podemos ver o registo das suas viagens em viagensasolta.com
Fica aqui o registo, um bocadinho atrofiado porque quis meter tudo em dupla página :p . O curioso é que sem saber, eu já tinha sido apanhada pela objetiva do Paulo enquanto estive a desenhar no CIMI em Lazarim, e agora fica aqui a troca :)



sexta-feira, 13 de maio de 2016

Entre esperas e viagens

Mais uns desenhos feitos em viagem de comboio e nas esperas de uma consulta.

Bic azul
Caneta de aparo
Caneta de aparo


quinta-feira, 12 de maio de 2016

2º Encontro Internacional de Desenho de Rua de Torres Vedras - 2º dia

Neste segundo dia, fiz a minha oficina logo de manhã, que pelas condições atmosféricas se teve de realizar no interior da novíssima Biblioteca Municipal, assim como a oficina seguinte de José Clewton, "As Janelas da/na Cidade". Da parte da tarde, realizou-se no museu dos bombeiros voluntários de T.V. Gen. António V. França Borges, a oficina de Flávio Ricardo (BR) - "Desenhar carros de Bombeiros", que se prolongou pelo resto da tarde, já que não havia condições para realizar a oficina do Paulo Brilhante no exterior, e que com muita pena não assisti... Seguindo as instruções do Ricardo passo a passo até que consegui chegar a um resultado mais ou menos satisfatório :D.
No final da tarde ainda assisti à tertúlia organizada em redor das publicações dos livros de Joaquin Gonzalez, José Clewton e Ricardo Inke, e com muita pena já não deu para fazer a oficina de desenho noturno com o Pedro Alves.

Entre muita conversa, que também é preciso e é muito bom :), desenhei pouco na oficina de José Clewton. 

Seguindo à risca as indicações do Flávio Ricardo o carro de bombeiros até que não ficou muito mal :p. Ficou aqui a homenagem a Florian Afflerbach, falecido nessa semana.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

2º Encontro Internacional de Desenho de Rua de Torres Vedras - 1º dia

Pelo 2º ano participei no EIDR de TV, excelentemente organizado pelo André Batista e com a colaboração com a Câmara de Torres Vedras. No ano passado participei só um dia e este ano já fiquei dois, mas para o ano já me prometi que participo nos dias todos, porque de fato são dias fenomenais de partilha, convívio e reencontros e fiquei com imensa pena das oficinas que ficaram por fazer, porque cada uma é única e tudo o que se aprende é novo. Este ano fui convidada para dar uma oficina sobre detalhes e pormenores, o que duplicou o meu gosto por lá ter estado. Apesar da chuva e do mau tempo que fez alterar um pouco o plano previsto, tudo estava pensado ao pormenor e correu pelo melhor.

Aqui ficam os desenhos do primeiro dia com as oficinas de Joaquim Gonzalez (ES - as partes e o todo), Helena Monteiro (PT - desenhar árvores), António Procópio (PT - dar forma à foma) e Flávio Ricardo (BR - desenho noturno).










quarta-feira, 4 de maio de 2016

observar ao pormenor

observar com mais atenção e descobrir detalhes...


  


terça-feira, 3 de maio de 2016

Em viagem

Mais uns desenhos feitos entre esperas e viagens de comboio.
Bic preta.








domingo, 1 de maio de 2016

Pelas ruas do Alboi

Tenho um fascínio por casas antigas, do peso do tempo e da história, dos elementos que persistem em existir apesar da degradação. Em Aveiro há casas muito bonitas, pequenas e castiças com a traça tradicional dos bairros antigos, com belos azulejos cheios de detalhes. Passear pelos bairros do Beira Mar, Vera-Cruz, Alboi, é um regalo para os olhos, mas tem de se observar, procurar, levantar os olhos para encontrar estas lindas casas. Tenho pena de não perceber muito de azulejos, para perceber a sua época, porque são maravilhosos e são o que caracteriza mais as casas dos bairros antigos! Mas é certo que muitas delas estão num lastimoso estado de degradação, ou abandonadas, azulejos a desaparecer... encontram-se algumas em recuperação e pergunto-me sempre se vão manter a raça original mantendo as suas características.

Ando há que tempos para começar a desenhar os azulejos que me têm chamado a atenção durante os minhas voltas e este sábado decidi começar!
Comecei pelo Bairro do Alboi, um dos bairros mais antigos de Aveiro, com umas casas muito bonitas. Claro que me lembrei logo do pormenor que não me faz desenhar mais em Aveiro... o vento gelado!!

Nesta primeira, abandonada e a degradar-se, o vizinho do nº 14 disse-me que tinha ele ido viver para ali com 8 anos (tem 72) e já a casa era assim, velha e com esses azulejos ( e estava eu a imaginar os azulejos dos anos 60... não percebo nada!) e a casa dele tinha os mesmos, mas foi renovada.



O nº 17 está em obras, o interior está um estaleiro (espreitei pela caixa do correio) mas a fachada está ainda intocável, mantém os azulejos e todos os pormenores, mas já estão muito degradados e faltam alguns. Um bocado mais à frente, do outro lado do jardim, outra casa tinha os mesmos azulejos, em bastante melhor estado, mas aqui permitia-me sentar no chão e estar à vontade pois é uma rua pedonal. Esta tb o Sr. se lembra de já ter estes azulejos.